quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Incondicional

          Acredito que eu saiba amar, mas se não sei... ao menos tenho alguém em quem zelar!
Esse amor me consome de certa forma, que me deixa sem ar, mas o pior ar que já respirei foi quando nem lugar nenhum ele estava. Não pretendo ter aqui aquela declaração de amor, que eu sei que ela nunca lerá, mas não sou capaz de me esconder por muito tempo.
          O amor, acredito eu, possui essa estranha forma de me fazer feliz, mesmo sabendo que com ela nunca poderei ser feliz. Ela é especial, única, me faz bem só em me permitir ouvir a tua voz. Merece alguém melhor que eu. Muito melhor que eu. Aliás, seria eu egoísta se a tivesse para mim. Fiz de tudo nesse mundo para afastá-la de mim, sendo alguém tão impura e desajeitada, mas hoje me arrependo de cada fio de cabelo que eu deixei que o vento balaçasse. Voltar a trás não posso. Seria injusto passar por todo o processo de amadurecimento novamente. Não aprendi de primeira, não creio poder aprender agora.
          Eu só quero vê-la feliz. Se não sei amá-la, que alguém saiba, que alguém possa sentir por ela essa amor que eu sinto. Impossível. Meu amor é ilimitado. Mas se alguém pudesse amá-la ao menos 10%, eu estaria feliz. Eu estarei aqui, de qualquer forma, para ter a certeza de que ela será feliz.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Primeira vez


Se escrevo?
Não, sou apenas uma aspirante que não possui nada além de um caderninho, uma caneta azul e essas mirabolantes ideias na cabeça.
Na verdade, não possuo talento nem para escrever, ou cantar, ou dançar, ou praticar esportes, ou viver.
Pensei, por diversas vezes, em criar esse blog, mas nunca tive coragem e disposição, para poder levá-lo à diante.
Minha inspiração, em qualquer coisa que eu possa escrever, vem porque penso na mesma pessoa.
Aliás, falando nela, é por isso que escrevo.
Me inspirei em sua determinação para seguir com essa minha absurda ideia em escrever.
Sem ela em minha vida, nem aquele sol na praia que eu tanto amo, teria graça.
Ela me faz sorrir mesmo quando eu percebo que o dia chegou ao fim que nada de podutivo eu fiz.
Nos conhecemos desde nossos sete anos de idade, e nunca me senti tão a vontade com alguém, como eu me senti no primeiro dia em que a vi.
Não seria difícil para mim escrever um texto por dia falando sobre ela, e suas virtudes,
Mas não creio que as poucas pessoas que têm a coragem de ler este blog queiram saber o quanto sou feliz por tê-la em minha vida, mesmo distante.
Peço perdão à quem perde seu tempo lendo essas linhas fora de contexto e sem graça, mas agradeço imensamente pela sua presença.
E espero que volte sempre!